quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Primeiro encontro de casados

     Conheci o Carlos numa festinha do amigo dos nossos filhos. Ele moreno, bom de papo, muito educado e gentil. Com idade aproximada, eu 35 na época. Ele engenheiro de uma empresa grande estava em Minas com sua família a trabalho por tempo inteterminado. Sentamos na mesma mesa e logo rolou afinidades. Gostamos de cerveja, do mesmo estilo musical e ele assim como eu era corredo amador. Mal nos conhecemos e já parecia que eramos amigos de infância, isso levou a outros encontros sem que eu percebesse o que ia dar no fim. Nunca tinha imaginado eu pelado abraçado com outro homem. Depois de alguns encontros sociais e várias cervejas, combinamos de treinar num fim de semana.
Chegamos praticamente juntos no local escolhido. Começamos a alongar, ele se ofereceu para segurar meu pé, para que alongasse a perna. Vi que quando olhou em direção ao meu saco, eu estava de short de corrida e a cueca é de tela. Depois da corrida, bebemos uma água de coco, conversamos, falei que estava satisfeito de tê-lo como amigo, então ele me convidou para conhecer sua casa, num condomínio alugada para fins de semana. Lá ele me mostrou toda casa e depois me ofereceu uma cerveja. Setamos lado a lado e sem querer ele pegou na minha perna, como não reagi ele falou algo e me deu um beijo, levantei assustado e perguntei que palhaçada era aquela, ele se desculpou e falou que era algo mais forte. Fui embora e ficamos sem conversar por um bom tempo. Mal sabia que a partir daquele dia, meus preconceitos iam mudar. Sempre achei que relações homem com homem, era coisa de efeminados, mas Carlos me despertou um desejo que até então não conhecia.
Estava num bar com minha esposa, quando ela avistou sua amiga, a esposa do Carlos, chegando. Fiquei nervoso, mas não tinha como sair, sentaram e aos poucos fui ficando a vontade com meu amigo. tomamos várias cervejas e normal fomos ao banheiro, desta vez deixei que ele olhasse meu pau e tbm olhei o dele, rimos da situação e voltamos para a mesa. Estava mais a vontade, tinha refletido sobre o que o acontecido e vi naquela noite que poderia experimentar algo novo com alguém de confiança. Combinamos de voltar a correr.
No dia seguinte, não conseguimos correr, ressaca e ansiedade de ficarmos sozinho, não deixou nem dar uma volta caminhando. Fomos para casa do condominio, eu sem experiência, mas com muita vontade de ver o que ia acontecer. Deixei que Carlos conduzisse tudo. Ele me abraçou forte, eu comecei a tremer, mal conseguia ficar em pé, tiramos a camiseta e ele começou a pegar firme no meu pau. Roçava o dele no meu por cima dos shorts, beijava minha boca com vontade, baixou pos meu pau duro pra na boca e começou a chupar, era inacreditável aquilo, meu coração disparado. Comecei a fazer o mesmo. Deitamos na cama e entre beijos e pegação, ele sugeriu um 69, incrivél sentir o calor da boca dele no meu pau e o gosto do dele na minha boca. Carlos pediu que chupasse seu cuzinho, uma bunda lisa, com pelos no reguinho, um cuzinho rozado, caí de boca, nessas alturas parecia que era um garanhão, fudedor de macho. Ele sentia tanto prazer em receber minha lingua na bundinha, cuzinho e entre suas pernas que entre susurros, pediu para eu o penetrar. Pegou na sua mochila um sachê de lubrificante e camisinha. De frente ficamos beijando, pau com pau, quando eu não aguentava mais, pus ele de bruço deitado na cama, eu de camisinha passei gel no meu pau e no cuzinho dele. Comecei a massageá-lo, deitei por cima entre suas pernas, coloquei meu pau na portinha e comecei a empurrar devagar até entrar tudo. Minha boca procurava suas orelhas, nuca, Carlos de tanto prazer gozou com meu pau dentro e eu já não aguentando mais tbm gozei. ficamos parados, extasiados eu ainda em cima dele exausto, mas feliz em ter um amigo assim. Viramos e num abraço forte beijamos mais uma vez antes de voltarmos ao mundo real.

domingo, 23 de janeiro de 2011

A Massagem dos Sonhos

Chamo-me Kelly, e como disse anteriormente, nunca tinha tido uma relação com mulheres. Mas como contei, tive uma relação e até um relacionamento com minha amiga Jess, e depois disso comecei a enxergar as mulheres com outros olhos. Outro dia, estava muito cansada e precisando relaxar. Marquei então uma hora numa massagista. Coloquei qualquer roupa, já que iria ficar nua mesmo. Cheguei lá e fiquei esperando por alguns minutos. Comecei a pensar em Jess; ela sempre falou que fez curso de massagem e queria me mostrar, mas eu nunca deixei. Há algumas semanas, ela foi morar no Rio Grande do Sul, e paramos de nos falar. A recepcionista falou que eu podia entrar na sala, e espantei os pensamentos. Quando entrei, a sala não era grande. Tinha uma cor pastel e vários incensos. A massagista, ainda de costas, era linda. Tinha uma bunda redondinha e arrebitadinha, cintura fina e um cabelo loiro, liso amarrado num rabo de cavalo. Ela virou e vi que ela tinha peitos médios, mas redondinhos e arrebitados, mas dava pra ver que não tinha silicone. -Meu nome é Mara, pode tirar a roupa que já vamos começar. Eu estava excitadíssima de imaginar o toque daquela mulher linda em minha pele. Meus mamilos estavam durinhos, e dava pra ver por cima da minha camiseta fina. Tirei a camiseta e depois meu short; fui sem calcinha pra facilitar. Ela me olhou dos pés a cabeça. Olhei pra ela e dei um sorrisinho, e toquei minha bucetinha depilada. Eu já estava molhada. Deite-me na cama, e fichei os olhos. Mara passou um creme em meus braços e meu pescoço. Depois começou a passar em minha barriga, mas não tocou em meus seios. Eu queria que ela sentisse meus mamilos durinhos, de tanta excitação. Então ela passou em minhas pernas e minhas coxas. Tocou levemente minha virilha, mas nem chegou perto de minha vagina já encharcada há horas. Mara: vou fazer uma coisa que nunca fiz antes. Não se mecha. Ela pegou uma venda, e colocou em meus olhos. Ouvi-a indo até a porta e trancando-a. novamente senti seu toque em meus braços, mas depois em meus seios. Ela massageava-os e depois começou a beijar. Lambia e dava pequenas mordidinhas nos bicos dos meus seios. Eu já devia ter inundado a mesa de massagem, de tão excitada. Ela começou a descer e beijar minha barriga. Beijou meu umbigo e depois foi pro pote de ouro. Beijou minha virilha todinha e depois falou: ta toda molhadinha já ¿ eu não consegui responder apenas gemi quando ela começou a beijar minha bucetinha. Meu grelinho já estava quase pulando pra fora, e ela lambia e mordia-o. Segurei seus cabelos, e mandei-a não parar. Ela começou a fazer movimentos circulares com a língua no meu clitóris, e eu não agüentei. Gozei na boca dela, e ela lambeu todinho. Depois enfiou a língua dentro da minha bucetinha. Como aquilo era bom. Já fazia um tempo que eu não transava com uma mulher, e aquela sensação era maravilhosa. Eu ainda estava de venda, e não podia imaginar o que estava por vir. Mara enfiou um dedo na minha buceta e depois mais um, até entrar com três dedos dentro de mim. Eu comecei a gritar de prazer. Aquele toque dela estava me fazendo enlouquecer. Cada movimento me fazia tremer mais e gozei três vezes. Mas ainda não tinha acabado. Mara tirou minha venda, e beijou minha boca pela primeira vez. Me pediu para esperar um minuto, e foi até uma estante. Abriu uma gaveta e tirou de lá um consolo prateado. Tamanho grande. Ela pediu para eu abrir as pernas, e cuspiu na minha buceta. Depois começou a enfiar o consolo, que era mais grosso que seus dedos juntos, e eu pedi para ir mais rápido. Mara enfiava e tirava aquele consolo grosso de dentro de mim e eu gozei mais uma vez. Então ela me mandoueu ficar de quatro e cuspiu dos dedos e depois começou a enfiar no meu cuzinho. Nunca tinha tomado no cu. Ela enfiava dois dedos, e aquilo doía, mas estava gostoso. Ela pediu pra eu empinar à bunda que iria enfiar o consolo no meu cu. Ela colocou só a pontinha e pareceu que estava me rasgando inteira. Pedi pra ela parar, mas ela falou que eu ia me acostumar. Então enfiou mais um pouco e eu gritei. Mandei-a parar, e ela tirou. Mas pegou e começou a meter os dedos no meu cu. Ela abria minha bunda com toda força e forçava os dedos no meu cuzinho. Mara perguntou se agora eu ia agüentar, e eu respondi que sim. Ela enfiou até a metade do consolo e eu gritei. Ficamos paradas por um tempo e depois ela começou a enfiar bem devagarzinho, pra frente e pra trás. Por mais que doesse muito, eu estava começando a sentir muito tesão com aquilo. Senti uma coisa vindo e de repente tive múltiplos orgasmos. Comecei a tremer toda e senti o gozo escorrer por minhas coxas. Mara lambeu tudo e depois veio me beijar: sente como você é deliciosa. Depois de me acalmar, levantei da mesa e quase não consegui andar. Meu cuzinho ainda doía. Coloquei a roupa e peguei um pedaço de papel. Marquei meu telefone e Mara prometeu me ligar para marcarmos outra massagem.

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Um novo amigo chamado Léo

Meu nome é Leonardo (ficticio) tenho 19 anos e a historia que vou contar começou antes do carnaval do ano de 2010. Bem estava em uma cyber quando o léo apareceu, era conhecido pois era um arroaceiro, mais era muito bonitinho, tinha uma cara de safado e de cara pude observar que poderia ser muito gostoso na cama, era um moreno bem gostosinho, mas ai ele sem mais nem menos começou a me xingar, me chamado de viadinho e ainda por cima me convidou para brigar, só que como sou bem na minha não liguei pra uma palavra que ele falava, continuei sentado e olhando pra tela do computador, dai em diante fiquei ate com um pouco de medo, e me reservei um tempo em casa, todas as vezes que me encontrava soltava umas piadinhas, e me deixava as vezes furioso pelo simples fato de nunca ter dito nada com ele. dai em diante passamos a nos encontrar e as piadinhas foram deixadas pra lá, até que um dia como de costume sempre vou conversar com um amigo mas desde ja nunca tive nada com ele, o respeito muito ele tem uma filha e é hetero mas ele não sabe que curto ficar com caras também, foi em umas comemorações que estavam acontecendo no bairroja eram quase 10 da noite do dia 27/06/2010 ele se aproximou e pediu um cigarro ao Alexandre meu amigo, como o Alexandre é amigo de todo mundo o convidou pra sentar, fiquei meio constrangido e percebi que ele também estava meio sem jeito, mas não dirigimos uma palavra um ao outro. Decidi então vir embora e pra minha surpresa ele falou que iria embora também então diminui os passos pra ver se me acompanhava de fato e acompanhou so que passou de mim, e não tive coragem de chamalo, mas no outro dia por coincidência aconteceu a mesma cisa ai não deu outra no caminho de volta o chamei.
- Léo!
- Diz (ele respondeu)
- Ei espera um pouco. E ai! da certo hoje!
e pergunta o que e eu respondo.
- A gente! vamo cara eu tava morrendo de vontade de te convidar.
Ai ele ficou mais sem jeito ainda e disse que não pois não tinha lugar e então o levei para uma casa abandonada que inclusive é da minha tia que se mudou. Entramos na casa, o puxei e começamos a nos beijar, ai então depois de muitos beijos fui descendo pélo seu pescoço, sua barriga ate chegar ao seu xxxxx, e que coisa incrivel!devria ter uns 18 cm, comecei a xxxxxx gostoso sugando todo aquele xxx enorme, e delicioso, ele gemia de muito prazer, subi e depois de mais um beijo disse baixinho no seu ouvido. - Quero que meta bem gostoso no meu xxxxxxx. Fiquei de quatro pra ele sentido o xxxxxx todo me xxxxxxxx era delicioso, meteu de uma forma que não ha explicação, eu gemia de prazer e pedia mais e mais, ele xxxxxxx mais e gemia de um prazer incrivel, ate que ele fala no meu ouvido. - Vou encher seu xxxxxxx de xxxxx Sinto dentro de mim a xxxxx quente me descento por xxxx a dentro, depois começamos a nos beijar de novo e marcando pra outro dia só que na praia, e assim aconteceu no outro dia fomos nos amar e xxxxx muito. Ate hoje transamos sempre que podemos, o léo mete como ningué e todos os dia quero aquele garoto dentro de mim mais e mais. Se gostaram podem me enviar e-mail para re_leonardo91@hotmail.com aguardo contatos para amizade, ja que so ha o Léo pra mim.