Chamo-me Kelly, e como disse anteriormente, nunca tinha tido uma relação com mulheres. Mas como contei, tive uma relação e até um relacionamento com minha amiga Jess, e depois disso comecei a enxergar as mulheres com outros olhos. Outro dia, estava muito cansada e precisando relaxar. Marquei então uma hora numa massagista. Coloquei qualquer roupa, já que iria ficar nua mesmo. Cheguei lá e fiquei esperando por alguns minutos. Comecei a pensar em Jess; ela sempre falou que fez curso de massagem e queria me mostrar, mas eu nunca deixei. Há algumas semanas, ela foi morar no Rio Grande do Sul, e paramos de nos falar. A recepcionista falou que eu podia entrar na sala, e espantei os pensamentos. Quando entrei, a sala não era grande. Tinha uma cor pastel e vários incensos. A massagista, ainda de costas, era linda. Tinha uma bunda redondinha e arrebitadinha, cintura fina e um cabelo loiro, liso amarrado num rabo de cavalo. Ela virou e vi que ela tinha peitos médios, mas redondinhos e arrebitados, mas dava pra ver que não tinha silicone. -Meu nome é Mara, pode tirar a roupa que já vamos começar. Eu estava excitadíssima de imaginar o toque daquela mulher linda em minha pele. Meus mamilos estavam durinhos, e dava pra ver por cima da minha camiseta fina. Tirei a camiseta e depois meu short; fui sem calcinha pra facilitar. Ela me olhou dos pés a cabeça. Olhei pra ela e dei um sorrisinho, e toquei minha bucetinha depilada. Eu já estava molhada. Deite-me na cama, e fichei os olhos. Mara passou um creme em meus braços e meu pescoço. Depois começou a passar em minha barriga, mas não tocou em meus seios. Eu queria que ela sentisse meus mamilos durinhos, de tanta excitação. Então ela passou em minhas pernas e minhas coxas. Tocou levemente minha virilha, mas nem chegou perto de minha vagina já encharcada há horas. Mara: vou fazer uma coisa que nunca fiz antes. Não se mecha. Ela pegou uma venda, e colocou em meus olhos. Ouvi-a indo até a porta e trancando-a. novamente senti seu toque em meus braços, mas depois em meus seios. Ela massageava-os e depois começou a beijar. Lambia e dava pequenas mordidinhas nos bicos dos meus seios. Eu já devia ter inundado a mesa de massagem, de tão excitada. Ela começou a descer e beijar minha barriga. Beijou meu umbigo e depois foi pro pote de ouro. Beijou minha virilha todinha e depois falou: ta toda molhadinha já ¿ eu não consegui responder apenas gemi quando ela começou a beijar minha bucetinha. Meu grelinho já estava quase pulando pra fora, e ela lambia e mordia-o. Segurei seus cabelos, e mandei-a não parar. Ela começou a fazer movimentos circulares com a língua no meu clitóris, e eu não agüentei. Gozei na boca dela, e ela lambeu todinho. Depois enfiou a língua dentro da minha bucetinha. Como aquilo era bom. Já fazia um tempo que eu não transava com uma mulher, e aquela sensação era maravilhosa. Eu ainda estava de venda, e não podia imaginar o que estava por vir. Mara enfiou um dedo na minha buceta e depois mais um, até entrar com três dedos dentro de mim. Eu comecei a gritar de prazer. Aquele toque dela estava me fazendo enlouquecer. Cada movimento me fazia tremer mais e gozei três vezes. Mas ainda não tinha acabado. Mara tirou minha venda, e beijou minha boca pela primeira vez. Me pediu para esperar um minuto, e foi até uma estante. Abriu uma gaveta e tirou de lá um consolo prateado. Tamanho grande. Ela pediu para eu abrir as pernas, e cuspiu na minha buceta. Depois começou a enfiar o consolo, que era mais grosso que seus dedos juntos, e eu pedi para ir mais rápido. Mara enfiava e tirava aquele consolo grosso de dentro de mim e eu gozei mais uma vez. Então ela me mandoueu ficar de quatro e cuspiu dos dedos e depois começou a enfiar no meu cuzinho. Nunca tinha tomado no cu. Ela enfiava dois dedos, e aquilo doía, mas estava gostoso. Ela pediu pra eu empinar à bunda que iria enfiar o consolo no meu cu. Ela colocou só a pontinha e pareceu que estava me rasgando inteira. Pedi pra ela parar, mas ela falou que eu ia me acostumar. Então enfiou mais um pouco e eu gritei. Mandei-a parar, e ela tirou. Mas pegou e começou a meter os dedos no meu cu. Ela abria minha bunda com toda força e forçava os dedos no meu cuzinho. Mara perguntou se agora eu ia agüentar, e eu respondi que sim. Ela enfiou até a metade do consolo e eu gritei. Ficamos paradas por um tempo e depois ela começou a enfiar bem devagarzinho, pra frente e pra trás. Por mais que doesse muito, eu estava começando a sentir muito tesão com aquilo. Senti uma coisa vindo e de repente tive múltiplos orgasmos. Comecei a tremer toda e senti o gozo escorrer por minhas coxas. Mara lambeu tudo e depois veio me beijar: sente como você é deliciosa. Depois de me acalmar, levantei da mesa e quase não consegui andar. Meu cuzinho ainda doía. Coloquei a roupa e peguei um pedaço de papel. Marquei meu telefone e Mara prometeu me ligar para marcarmos outra massagem.
domingo, 23 de janeiro de 2011
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
Um novo amigo chamado Léo
Meu nome é Leonardo (ficticio) tenho 19 anos e a historia que vou contar começou antes do carnaval do ano de 2010. Bem estava em uma cyber quando o léo apareceu, era conhecido pois era um arroaceiro, mais era muito bonitinho, tinha uma cara de safado e de cara pude observar que poderia ser muito gostoso na cama, era um moreno bem gostosinho, mas ai ele sem mais nem menos começou a me xingar, me chamado de viadinho e ainda por cima me convidou para brigar, só que como sou bem na minha não liguei pra uma palavra que ele falava, continuei sentado e olhando pra tela do computador, dai em diante fiquei ate com um pouco de medo, e me reservei um tempo em casa, todas as vezes que me encontrava soltava umas piadinhas, e me deixava as vezes furioso pelo simples fato de nunca ter dito nada com ele. dai em diante passamos a nos encontrar e as piadinhas foram deixadas pra lá, até que um dia como de costume sempre vou conversar com um amigo mas desde ja nunca tive nada com ele, o respeito muito ele tem uma filha e é hetero mas ele não sabe que curto ficar com caras também, foi em umas comemorações que estavam acontecendo no bairroja eram quase 10 da noite do dia 27/06/2010 ele se aproximou e pediu um cigarro ao Alexandre meu amigo, como o Alexandre é amigo de todo mundo o convidou pra sentar, fiquei meio constrangido e percebi que ele também estava meio sem jeito, mas não dirigimos uma palavra um ao outro. Decidi então vir embora e pra minha surpresa ele falou que iria embora também então diminui os passos pra ver se me acompanhava de fato e acompanhou so que passou de mim, e não tive coragem de chamalo, mas no outro dia por coincidência aconteceu a mesma cisa ai não deu outra no caminho de volta o chamei.
- Léo!
- Diz (ele respondeu)
- Ei espera um pouco. E ai! da certo hoje!
e pergunta o que e eu respondo.
- A gente! vamo cara eu tava morrendo de vontade de te convidar.
Ai ele ficou mais sem jeito ainda e disse que não pois não tinha lugar e então o levei para uma casa abandonada que inclusive é da minha tia que se mudou. Entramos na casa, o puxei e começamos a nos beijar, ai então depois de muitos beijos fui descendo pélo seu pescoço, sua barriga ate chegar ao seu xxxxx, e que coisa incrivel!devria ter uns 18 cm, comecei a xxxxxx gostoso sugando todo aquele xxx enorme, e delicioso, ele gemia de muito prazer, subi e depois de mais um beijo disse baixinho no seu ouvido. - Quero que meta bem gostoso no meu xxxxxxx. Fiquei de quatro pra ele sentido o xxxxxx todo me xxxxxxxx era delicioso, meteu de uma forma que não ha explicação, eu gemia de prazer e pedia mais e mais, ele xxxxxxx mais e gemia de um prazer incrivel, ate que ele fala no meu ouvido. - Vou encher seu xxxxxxx de xxxxx Sinto dentro de mim a xxxxx quente me descento por xxxx a dentro, depois começamos a nos beijar de novo e marcando pra outro dia só que na praia, e assim aconteceu no outro dia fomos nos amar e xxxxx muito. Ate hoje transamos sempre que podemos, o léo mete como ningué e todos os dia quero aquele garoto dentro de mim mais e mais. Se gostaram podem me enviar e-mail para re_leonardo91@hotmail.com aguardo contatos para amizade, ja que so ha o Léo pra mim.
- Léo!
- Diz (ele respondeu)
- Ei espera um pouco. E ai! da certo hoje!
e pergunta o que e eu respondo.
- A gente! vamo cara eu tava morrendo de vontade de te convidar.
Ai ele ficou mais sem jeito ainda e disse que não pois não tinha lugar e então o levei para uma casa abandonada que inclusive é da minha tia que se mudou. Entramos na casa, o puxei e começamos a nos beijar, ai então depois de muitos beijos fui descendo pélo seu pescoço, sua barriga ate chegar ao seu xxxxx, e que coisa incrivel!devria ter uns 18 cm, comecei a xxxxxx gostoso sugando todo aquele xxx enorme, e delicioso, ele gemia de muito prazer, subi e depois de mais um beijo disse baixinho no seu ouvido. - Quero que meta bem gostoso no meu xxxxxxx. Fiquei de quatro pra ele sentido o xxxxxx todo me xxxxxxxx era delicioso, meteu de uma forma que não ha explicação, eu gemia de prazer e pedia mais e mais, ele xxxxxxx mais e gemia de um prazer incrivel, ate que ele fala no meu ouvido. - Vou encher seu xxxxxxx de xxxxx Sinto dentro de mim a xxxxx quente me descento por xxxx a dentro, depois começamos a nos beijar de novo e marcando pra outro dia só que na praia, e assim aconteceu no outro dia fomos nos amar e xxxxx muito. Ate hoje transamos sempre que podemos, o léo mete como ningué e todos os dia quero aquele garoto dentro de mim mais e mais. Se gostaram podem me enviar e-mail para re_leonardo91@hotmail.com aguardo contatos para amizade, ja que so ha o Léo pra mim.
sábado, 25 de setembro de 2010
TRIO, COM ELA
Ouvi o meu homem dizer baixinho o meu nome, senti a sua proximidade nas minhas costas e, em seguida, a sua boca que depositou um beijo no meu ombro. Fechei os olhos e deitei a cabeça para trás, expondo o meu pescoço à sua boca que deslizou pela minha pele, humedecendo-a com beijos. Senti uma mão atravessar a minha cintura, aproximando-nos mais e uns dedos que subiram na direcção dos meus seios ainda cobertos por um sutiã de renda e pela t-shirt.
Xana afastou-se e deixou-se ficar sentada na cama de frente para mim, enquanto Henrique permanecia nas minhas costas. Olhei-a sorrindo e senti-me estremecer, mas ele não parou de me acariciar e, agarrando no meu rosto com uma mão, encostou os seus lábios aos meus, de forma suave, meiga, mas com a pressão certa para me fazer abrir os lábios e receber a sua língua, permitindo que se enrolasse na minha.
Se alguma dúvida tinha sobre como agir naquele momento, ela dissipou-se no mesmo instante. O meu corpo estava em fogo e o desejo corria célere nas veias. O corpo masculino apertava-se de encontro ao meu, fazendo-me sentir nas nádegas a pressão do seu membro excitado, enquanto a língua passeava de novo pelo meu pescoço e as mãos agarravam os meus seios, apertando-os. Ondulei o corpo para sentir ainda mais a força do seu desejo, até que me virei para ele e procurei os seus lábios com sofreguidão.
Enquanto isso, Xana observava-nos dos pés da cama, e sorriu-me quando viu que a olhava, fazendo um movimento de aprovação, com um olhar que revelava um desejo intenso.
Henrique puxou a minha t-shirt, retirando-a pela cabeça, enquanto deixava um rasto húmido na minha pele, provocado pela sua língua que seguia o movimento dos dedos. Rapidamente fiquei livre também do sutiã e os dentes dele mordiam ternamente a carne dos meus seios e a língua quente lambia os mamilos.
Chegando-se para a beira da cama, levou-me consigo e puxou o meu corpo para cima do seu, agarrando-me pelo rabo, com força, para que o sentisse. Tentei olhar de novo para Xana, mas já não a vi sentada. Apercebi-me, então, que estava junto de nós e se encostava a Henrique ajoelhada atrás das suas costas. Beijou-me nos lábios, um toque muito fugaz, e saiu da cama, sentando-se ela no maple do canto do quarto.
Não hesitei e deslizei os dedos pelo peito de Henrique, entrando pelos boxeurs na ânsia de sentir a sua carne quente e rija.
Puxou-me para fora da cama e, de pé, as suas mãos desceram para a minha saia, desapertando-a. Introduziu os dedos na minha tanga, sentindo a humidade do meu desejo e acariciando-me ternamente, em deliciosas massagens nos lábios do meu sexo.
– Estás molhadinha – disse-me ao ouvido.
– Estou louca de desejo, amor – respondi-lhe.
Ainda me arrepio só de recordar aqueles momentos. Foi uma noite diferente, especial, feita para o prazer, para que a luxúria me dominasse e apenas um corpo, repleto de desejo para ser aplacado, restasse naquele quarto, na companhia de outros dois, ansiosos pelos mesmos prazeres.
Não hesitei quando as mãos de Xana subiram pelas minhas coxas e apertaram a minha carne entre os seus dedos. Não hesitei quando senti o toque como seda dos seus dedos, na minha barriga e nos quadris, enquanto via Henrique tirar os boxeurs e aproximar-se de mim.
Começou por delinear os meus lábios com a ponta dos dedos e depositar beijos pela minha face, lábios e pescoço. Beijos suaves, delicados, que não tinham o condão de me acalmar o desejo, antes pelo contrário, o atiçavam cada vez mais.
Xana mantinha-se ainda a uma certa distância de nós, apenas observando, mas a última coisa que vi antes de fechar os olhos, foi a sua tanga a descer pelas coxas e a cair no chão e o seu corpo a surgir à luz ténue do candeeiro da mesa de cabeceira. Xana tem um corpo de formas tão femininas, tão perfeitas, o que a torna em alvo de admiração tanto por homens como por mulheres. Um corpo curvilíneo, de seios fartos e erguidos, ancas arredondadas e pernas altas bem torneadas.
Henrique, ajoelhado à minha frente, beijava-me as coxas, enquanto os seus dedos subiam por entre as pernas, até pressionarem a minha humidade e se insinuarem na minha carne tenra, acariciando o clítoris, apertando-o levemente, fazendo-o rolar entre as pontas dos dedos. Afastou-me as pernas, erguendo-me uma delas e colocando-a sobre o seu ombro, deixando o meu sexo à mercê da sua boca. Quase me desequilibrei quando senti a sua boca a apertar os lábios do meu sexo, e a língua a penetrar no meu recanto mais íntimo. Gemi e segurei-me nos seus ombros. A carícia dos seus dedos nas minhas nádegas, apertando-me de encontro ao seu rosto, da sua língua que lambia a minha humidade, dos dentes que mordiscavam ternamente a minha carne, estavam a levar-me à loucura.
Senti, então, o corpo de Xana encostar-se nas minhas costas, os seus seios cheios, cujos mamilos rijos se espetavam contra a minha carne, e os seus braços que me rodearam o corpo, aproximando as mãos dos meus seios que apertou, enquanto me beijava a nuca, resvalando a língua quente pela minha pele.
Foi assim o meu primeiro orgasmo dessa noite: perdida nos braços de ambos. A boca, língua, dentes e dedos de Henrique no meu sexo, as mãos de Xana nos meus seios e a sua boca na minha, enquanto as nossas línguas dançavam entrelaçadas.
Seguraram-me entre eles, enquanto me vim alucinadamente e depois, deixei-me cair no chão, por cima do tapete felpudo que parecia preparado para receber corpos em fogo como o meu estava naquele momento.
O descanso não durou mais do que alguns dois ou três minutos de cumplicidade silenciosa e sorrisos.
Logo reiniciámos… na cama.
[...]
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