Em um dia quente de janeiro,eu
estava passeando pelo meu bairro com meu cachorro,quando me deparei com thiago.
Um garoto de 19ANOS lindo e muito gostosinho,que havia se mudado a pouco para o
bairro.ele me olhou sorriu e puxou assunto,dizendo que estava gostando muito do
lugar mas ainda não tinha feito amigos.eu disse que morava no bairro já ah
algum tempo,mas por ser muito reservado tbm estava na mesma situação.ele então
elogiou meu cachorro e ficamos batendo um papo num banco perto da minha casa,eu
mesmo sendo muito reservado me senti muito a vontade com ele.pra falar a verdade
já estava ficando de pau duro pois seu corpo exalava um perfume muito gostoso,e
ele havia se sentado muito perto de mim ele usava um shortinho jeans bem solto
que deixava bem a mostra suas coxas lisas e bem torneadas.ele notou meus
olhares e disse:me convida pra tomar um suco na sua casa.era tudo oque eu
queria,quando entramos encasa ele se esticou no meu sofá eu tirei a camisa e fui
pra cima achei que ia gozar só de beijar aquela boca macia fui beijando seu
peito até chegar no seu pau que estava a ponto de saltar de dentro do shortinho.cai
de boca mamando e punhetando com vontade ele gemia baixinho e soltou um
gritinho quando atolei meu dedo na sua bundinha.seus mamilos estavam tão
durinhos eu acariciava com uma mão enquanto com a outra fodia aquela bunda lisa
e durinha,claro sem parar de chupar sua vara gostosa .de repente ele se
contorceu no sofá e encheu minha boca de porra,eu ia cuspir mas o safadinho
segurou minha cabeça e eu senti a porra quente descer por minha garganta.depois
disso ficamos deitados no meu tapete abraçados e aos beijos .nos beijamos por
um bom tempo,então o chamei para o banheiro para tomarmos um banho e lá
estávamos peladinhos no meu box a água morna escorrendo entre nossos corpos.foi
então que me sentei no vaso com o pau duraço,ele veio até mim,se ajoelhou e chupou
,ele babava muito.eu podia sentir escorrendo pro meu saco,eu olhei pra ele e disse
que queria sua bunda na minha vara ele sorriu virou de costas e se reclinou um pouco
para que eu molhasse seu rabinho com minha língua.salivei bastante naquele rabo,ele
se virou pra mim e sentou o garoto já era bem arrombadinho pois meu pau entrou
de uma só vez ele começou a rebolar e tratei de chupar aqueles peitinhos deliciosos
eu acariciava suas costas e coxas descontroladamente enquanto ele me fazia
delirar com sua bunda no meu pau depois de um bom tempo senti que o gozo estava
vindo.então disse a ele pra parar pois ele iria engolir minha porra para sentir
meu gostinho ele se ajoelhou novamente eu não precisei punhetar muito pois o gozo
já estava tinindo pra sair,de repente foi aquela jorrada gostosa que lambuzou
seu rosto e acertou sua garganta .tomamos outro banho eu o levei até a porta e nos
despedimos com mais um beijo bem demorado.quando ele estava saindo,eu disse:agora
você já tem um amigo,não vai sumir ok?Ele sorriu dizendo:pode deixar.
domingo, 12 de fevereiro de 2012
domingo, 18 de setembro de 2011
A HISTÓRIA DE LILY BRAUN

A HISTÓRIA DE LILY BRAUN
Edu Lobo/Chico Buarque
Como num romance
O homem dos meus sonhos
Me apareceu no dancing
Era mais um
Só que num relance
Os seus olhos me chuparam
Feito um zoom
Ele me comia
Com aqueles olhos
De comer fotografia
Eu disse cheese
E de close em close
Fui perdendo a pose
E até sorri, feliz
E voltou
Me ofereceu um drinque
Me chamou de anjo azul
Minha visão
Foi desde então ficando flou
Como no cinema
Me mandava às vezes
Uma rosa e um poema
Foco de luz
Eu, feito uma gema
Me desmilingüindo toda
Ao som do blues
Abusou do scotch
Disse que meu corpo
Era só dele aquela noite
Eu disse please
Xale no decote
domingo, 11 de setembro de 2011
Chupando o velhinho na rua
Os tipos que eu curto são bem abrangentes, quase não faço assepção.
Sendo homem, nada efeminado, to dentro. Nada de preconceito, é tesão
mesmo.
Sou um cara de família, pacato, quieto, mas esse meu jeito
meio mineiro, esconde o vulcão que eu sou na cama e o tamanho da minha
devassidão. Sou homem porra, gay, mas homem e gosto da coisa, gosto de
sexo tá ligado. Sexo com muita saliva, curto que cuspam em mim, que
mijem na minha cara. Porém claro, o cara tem que fazer tudo isso com
muito carinho, com cara de safado, nada disso de bater ou humilhar,
apesar de ter apanhado na cara uma vez de um louco que me comia e de
repente começou a me bater, parei na hora e a gente quase saiu no tapa.
Tudo tem um limite!
Sempre andei a noite, pelas ruas próximas de
onde moro, a procura de sexo. Nada de shortinhos curtos, quase nu,
nada disso. Garotão mesmo, camiseta, bermudão e chinelo.
Passei
por uma rua e vinha em minha direção um senhor de meia idade,
normalzão, de calça de moleton branca. Passamos um pelo outro, nos
entreolhamos, olhei pra trás ele Tb me olhava. Andei mais um pouco,
olho pra trás e ele novamente estava me olhando.
Na esquina,
contornei o quarteirão e percebi que ele também o fez. Na outra
esquina, ele veio em minha direção, fomos chegando devagar, já
estávamos num local meio escuro e já fui pegando no pau dele ainda
mole, sem dizer sequer um oi, uma só palavra, nada.
Ele disse que
precisávamos de um local mais tranqüilo, pois ali, alguém poderia ver.
Logo achamos uma casa sem portão, entramos, já fui abaixando aquela
calça e encontrando uma rola grande, grossa e cabeçuda. Não tenho a
sorte de encontrar nunca, um cara de rola pequena pra me comer viu, uma
merda esse azar. Mas voltando. O senhor, apesar da idade, cuidava do
pauzão, tinha os pelos aparados, as bolonas lisas e aquele cheiro
característico de rola lavada e guardada ainda úmida. Chego a salivar
aqui só de pensar.
Já fui abocanhando, nada de só lamber a
cabecinha. Fui engolindo o máximo que conseguia, esfregando meu nariz
naqueles pentelhinhos, massageando minhas amígdalas com aquela cabeçona.
O senhorzinho gemia muito coitado, nunca deveria ter sido chupado como daquela vez.
Ele pegava minha cabeça e empurrava pra que eu engolisse ainda mais,
percebi que ele gostava que eu fosse fundo. Uma lágrima descia pelo
meu olho, tava engasgado com aquela jeba, mas é disso que eu gosto.
Pegava na bunda dele e trazia fundo pra mim. Passava a mão pelo
corpo dele, apertava seu mamilo, ele gemia. Dizia que era pra não parar
de chupar, que eu chupava como ninguém e talz, isso eu já sabia rs...
Só sei que o velhinho gozou gostoso, na minha boca, ficou mole,
chegou a bambear, se agachou, sentou no chão, balbuciou algo que não
entendi.
Levantei e fui embora, deixando aquele senhor lá, feliz e
cansado. Meu serviço já estava feito e eu satisfeito, não tinha o
porque permanecer ali.
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